A vida, no entanto, pode agendar momentos de extrema felicidade em nossa pauta.
Quando o Grupo RBS nos passou a incumbência de pensar e de criar a campanha do crack, como bandeira social a ser empunhada em 2009, percebemos que seria um desafio tremendo, cheio de armadilhas, de saídas falsas, mas que ali estava uma oportunidade única de expormos o verdadeiro papel social da nossa profissão. De pormos à prova a consistência das nossas convicções. Mais do que isso: de criarmos uma campanha consequente, profunda, fundamentada em dados de inequívoco valor científico e de grande significado social.
Não fomos chamados para promover produtos, mas para despertar consciências. Nós adoramos fazer campanhas criativas, surpreendentes, que gerem venda, solidifiquem marcas, mas a tarefa pedia muito mais do que talento e dedicação: exigia entrega pessoal e desprendimento.
O tema é terrível, marcado pela desintegração social e a degradação individual. Enquanto a RBS ouvia médicos, especialistas, psiquiatras, policiais, autoridades e usuários da droga, nós, aqui na Agência Matriz, pesquisávamos matérias e campanhas do mundo inteiro. Analisávamos pesquisas de retorno de iniciativas semelhantes, debatíamos sobre linguagem, definíamos públicos prioritários, testávamos linhas criativas e padrões estéticos para abordar, sem preconceitos, um tema tão feio e cruel.
O resultado: linhas diferentes de abordagem para um amplo debate com nosso cliente e com suas fontes de informação e orientação. No final, a definição por uma campanha contundente, impactante, quase ameaçadora, mas antes de tudo verdadeira.
Parabéns, Grupo RBS, pela coragem de enfrentar a morte com a força da comunicação.
A decisão nos colocou diante de outro desafio: produzir peças publicitárias que retratassem, com sutileza e qualidade artística, situações que revelam a face mais dolorosa da natureza humana: a absoluta falta de dignidade.
O resultado está no ar, na internet e nas páginas dos jornais, com repercussão no país inteiro. Quando nos perguntam se as imagens são verdadeiras, respondemos que as situações são reais, mas a verdade é ainda pior.
Estamos felizes com o resultado do trabalho, feito desde o princípio em parceria com profissionais do jornalismo, do marketing e da publicidade. Diferentes ferramentas de comunicação unidas contra a mesma droga.
Ficaremos ainda mais felizes se o nosso trabalho for capaz de alertar pais e mestres. De cobrar ações de nossas autoridades. De despertar a consciência dos jovens que não usam essa droga. De talvez salvar vidas.
Crack, nem pensar. Foi muito bom pensar nisso como publicitários. De nos expormos como seres humanos. De trabalhar com prazer.
www.agenciamatriz.com.br
a/c grupo do projeto CRACK NEM PENSAR
Sou presidente de uma ONG na serra e gostaria de fazer parte deste projeto aqui na nossa região, como a minha entidade pode aderir ? o projeto.
Ou como faço para me cadastrar? e ter apoio nos nossos trabalhos aqui na região do vale do Taquari;
temos tambem aqui desenvolvido um projeto de consientização e prevenção contra as drogas e queremos nos assosiar com este projeto CRACK NEM PENSAR.
att:. Osnir Rodrigues
EQUIPE DE ASSOCIADOS PARA APOIO ASSISTENCIAL COMUNITARIO VALE DO TAQUARI-RS
RUA: Bento Gonçalves, 532 1ºandar sala quatro. Anta Gorda-RS- CEP: 95980-000
CNPJ: 11.717.761/0001-85 Fone: (051)97199310
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